O Workshop Inicial da Rede Pecus é um momento raro de reunião de representantes desta rede que agrega 364 pessoas, 71 planos de ação e 431 atividades. Além da Embrapa, a Pecus possui quase 50 instituições parceiras, principalmente universidades. O evento realizado em Atibaia de 16 a 18 de novembro reúne líderes de projetos componentes, planos de ação e demais integrantes de comitês e da rede de pesquisa em geral.
Iniciada este ano, a Pecus tem o objetivo de estudar os impactos da pecuária brasileira sobre o efeito estufa, determinando o nível das emissões de gases dos sistemas de produção tradicionais e o potencial de mitigação (redução de emissões e remoção de gases da atmosfera) dos sistemas bem manejados.
No primeiro dia do workshop, foram apresentados os projetos componentes sobre avaliação econômica, modelagem e geotecnologias aplicadas à dinâmica de gases de efeito estufa. Antes, os participantes assistiram a palestras sobre ciclagem e seqüestro de carbono, e mercado de carbono, ambas focadas em sistemas agropecuários.
Na quinta-feira, houve apresentação dos protocolos finalizados e dos demais projetos componentes, inclusive os PC’s dos cinco biomas (Mata Atlântica, Pampa, Caatinga, Cerrado, Pantanal e Amazônia). Para o último dia, estão previstas discussões sobre relações internacionais da Pecus, plataforma de mudanças climáticas da Embrapa e definição da política de uso de banco de dados.
Para a pesquisadora da Embrapa Pecuária Sudeste, Patrícia Anchão Oliveira, coordenadora da Pecus, o workshop tem sido proveitoso. “Várias reuniões paralelas estão acontecendo para afinar atividades e trocar informações”, afirma.
Líder do projeto componente de avaliação econômica, a pesquisadora Maria do Carmo Fasiaben, da Embrapa Informática Agropecuária, diz que a engrenagem da rede está começando a funcionar. “O encontro tem sido muito útil para nivelar conhecimentos e conhecer os integrantes pessoalmente, o que faz toda diferença no andamento dos trabalhos”.
O próximo workshop, a ser realizado em um ano e meio, já deve apresentar os primeiros resultados da pesquisa para o setor produtivo, entidades governamentais, ONGs, etc.
Uma das principais redes de pesquisa em funcionamento na Embrapa reúne um grupo de cerca de 90 pesquisadores no workshop inicial da Pecus, em Atibaia (SP), de 16 a 18 de novembro. O evento reúne líderes de projetos componentes, planos de ação e demais integrantes de comitês e da rede de pesquisa em geral.
Iniciada este ano, a Pecus tem o objetivo de estudar os impactos da pecuária brasileira sobre o efeito estufa, determinando o nível das emissões de gases dos sistemas de produção tradicionais e o potencial de mitigação (redução de emissões e remoção de gases da atmosfera) dos sistemas bem manejados.
O workshop é um momento raro de reunião de representantes desta rede que agrega 364 pessoas, 71 planos de ação e 431 atividades. Além da Embrapa, a Pecus possui quase 50 instituições parceiras, principalmente universidades.
No primeiro dia do workshop, foram apresentados os projetos componentes sobre avaliação econômica, modelagem e geotecnologias aplicadas à dinâmica de gases de efeito estufa. Antes, os participantes assistiram a palestras sobre ciclagem e seqüestro de carbono, e mercado de carbono, ambas focadas em sistemas agropecuários.
Na quinta-feira, houve apresentação dos protocolos finalizados e dos demais projetos componentes, inclusive os PC’s dos cinco biomas (Mata Atlântica, Pampa, Caatinga, Cerrado, Pantanal e Amazônia). Para o último dia, estão previstas discussões sobre relações internacionais da Pecus, plataforma de mudanças climáticas da Embrapa e definição da política de uso de banco de dados.
Para a pesquisadora da Embrapa Pecuária Sudeste, Patrícia Anchão Oliveira, coordenadora da Pecus, o workshop tem sido proveitoso. “Várias reuniões paralelas estão acontecendo para afinar atividades e trocar informações”, afirma.
Líder do projeto componente de avaliação econômica, a pesquisadora Maria do Carmo Fasiaben, da Embrapa Informática Agropecuária, diz que a engrenagem da rede está começando a funcionar. “O encontro tem sido muito útil para nivelar conhecimentos e conhecer os integrantes pessoalmente, o que faz toda diferença no andamento dos trabalhos”.
O próximo workshop, a ser realizado em um ano e meio, já deve apresentar os primeiros resultados da pesquisa para o setor produtivo, entidades governamentais, ONGs, etc.