Sexta-Feira, 7 de Agosto de 2020
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
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O Comitê de Mensuração de Gases de Efeito Estufa do Solo da rede Pecus iniciou a discussão das metodologias a serem adotadas em workshop realizado em Jaguariúna (SP) em abril de 2010. A partir daí o trabalho evoluiu com discussões mais pontuais sobre particularidades dos sistemas de manejo a serem monitorados na rede e revisão de literatura, chegando à publicação do protocolo de medidas.
 
Os procedimentos descritos no protocolo destinam-se à avaliação do fluxo de metano (CH4) e óxido nitroso (N2O) do solo, embora também possam ser empregados para a avaliação do fluxo de dióxido de carbono (CO2). No protocolo consta a descrição do aparato de coleta das amostras de ar, bem como os procedimentos para coleta, armazenamento e transporte das amostras, análise cromatográfica, cálculos das emissões e obtenção de variáveis associadas aos processos de emissão de gases de efeito estufa (GEEs) do solo.
 
O protocolo aborda ainda a medição de GEEs a partir de dejetos dos animais em pastagens, fonte de CH4 e N2O e o balanço das emissões de GEEs na forma de carbono equivalente. Embora todos os procedimentos sejam focados em sistemas agropecuários, também podem ser adotados para áreas de produção de grãos e florestas, adaptando suas particularidades.
 
O objetivo do protocolo não é limitar ou restringir o uso de outras técnicas, mas padronizar os procedimentos e garantir a comparação entre os diferentes ambientes monitorados na rede. A avaliação, o refinamento e as readequações neste protocolo devem ser contínuos. Para tanto, sugestões ao material serão bem-vindas e serão consideradas na sua revisão.
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